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Cada ativo simulado individualmente com gráfico técnico em tempo real e projeção por cenários.
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| Ativo | Investido Total | Valor Final | Retorno | CAGR |
|---|---|---|---|---|
| Ajuste os parâmetros acima para gerar a comparação | ||||
Portfólio completo com distribuição entre renda fixa, metais, cripto e reserva estratégica.
Combine o perfil de investidor (alocação) com o cenário macro (retornos dos ativos) para ver o impacto real no seu portfólio.
| Estratégia | Retorno Total | Retorno Real (acima IPCA) | CAGR | R$ 500K vira |
|---|
| Variável | Direção | Mecanismo principal |
|---|---|---|
| Petróleo (WTI/Brent) | ~ | Preços de energia global impactam diretamente a inflação de serviços e combustíveis no Brasil. Pressão altista em Brent (acima de USD 80/bbl) reforça núcleo inflacionário e justifica manutenção de juros elevados pelo BC. Depreciação do real amplifica efeito de pass-through para preços domésticos. |
| Inflação Global | ↑ | Inflação persistente em economias desenvolvidas (EUA, Zona do Euro) reduz espaço para cortes de juros globais. Banco Central europeu e Fed mantêm ciclo restritivo, elevando custo de capital internacional e pressionando emergentes. Brasil importa pressões inflacionárias via câmbio e commodities. |
| Juros (Fed / BCB) | ↑ | Fed sinaliza manutenção de taxas elevadas por mais tempo que o esperado, reduzindo atrativos de carry trade em reais. BCB responde mantendo Selic em patamar restritivo para ancorar expectativas de inflação. Diferencial de juros Brasil-EUA permanece elevado, mas com trajetória de convergência. |
| PIB Global | ↓ | Crescimento global desacelera em contexto de juros elevados e incerteza geopolítica. Demanda por commodities arrefece, reduzindo preços e receitas de exportação brasileiras. Economia brasileira sofre duplo impacto: juros altos domésticos e fraco crescimento externo limitam expansão. |
| Dólar (DXY) | ↑ | Índice do dólar permanece forte, sustentado por diferenciais de juros EUA-emergentes e flight-to-safety. Pressiona moedas de mercados em desenvolvimento, incluindo real. Expectativa de depreciação do BRL para R$ 5.20 reflete este cenário de fortalecimento relativo do dólar. |
| Real (BRL) | ↓ | Real deprecia de R$ 5.06 para R$ 5.20 (projeção FOCUS), pressionado por fluxos de capital, déficit em conta corrente e dólar forte. Juros elevados no Brasil não compensam risco cambial percebido. Depreciação amplifica inflação importada e reduz poder de compra de investidores em moeda estrangeira. |
| Ouro | ↑ | Ouro se beneficia de juros reais negativos (Selic 14.25% vs. IPCA 5.3% = 8.95% real, mas com expectativa de compressão). Incerteza geopolítica e possível flight-to-safety elevam demanda por ativo refúgio. Depreciação do real torna ouro mais atrativo para investidores brasileiros em hedge cambial. |
| Bitcoin | ~ | Bitcoin oscila entre pressões de juros elevados (reduz apetite por risco) e narrativa de hedge inflacionário. Volatilidade elevada reflete incerteza macro global. No Brasil, depreciação do real pode atrair investidores buscando proteção cambial, mas juros reais altos competem com criptoativos. |
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